Manter o verde no verde
Palestras cíclicas para todo o quadro, com tema rotativo e sempre uma prática guiada ao vivo: regulação, sono e recuperação, foco, conversas difíceis.

Triagem validada, trilhas de cuidado proporcionais ao risco e o dossiê de evidência que a sua empresa apresenta quando for cobrada.
Encerrada a fase educativa da NR-1, a Inspeção do Trabalho está autorizada a autuar empresas cujo PGR não contemple os fatores psicossociais. Quando isso acontece, quatro coisas são procuradas — nessa ordem:
Não é a palestra do Setembro Amarelo. Não é a pesquisa de clima do ano passado. Uma empresa que apresenta só um questionário genérico, sem intervenção e sem trilha de execução, continua exposta — com o agravante de já ter reconhecido, no papel, que o risco existe.
A triagem usa instrumento validado de fatores psicossociais do trabalho e classifica o quadro em três faixas. O resultado não é um laudo sobre ninguém: é um mapa de onde a empresa precisa agir primeiro.
Distribuição ilustrativa. A real aparece na triagem — e é ela que dimensiona o programa.
Palestras cíclicas para todo o quadro, com tema rotativo e sempre uma prática guiada ao vivo: regulação, sono e recuperação, foco, conversas difíceis.
Série de workshops vivenciais: autorregulação e coerência cardíaca, padrões de resposta sob pressão, limites e comunicação, plano pessoal de sustentação.
Convite individual e confidencial — nunca convocação — para um ciclo de sessões com hipnoterapeuta clínico, em sigilo absoluto. Casos além do escopo seguem para rede parceira.
Cuidar do indivíduo e devolvê-lo ao mesmo ambiente que o adoeceu regenera o vermelho. Por isso gestores têm três encontros próprios — segurança psicológica na prática, carga e metas como redesenho do trabalho, e o papel do líder na NR-1. Os compromissos firmados aqui alimentam diretamente o plano de ação do PGR.
A faixa define o piso de cuidado, nunca o teto. Quem está no verde pode participar dos workshops se quiser. Ninguém sabe — nem deve saber — a faixa de ninguém.
A norma exige gestão contínua, não um projeto com data de encerramento. Por isso o programa roda em ciclos semestrais, e cada ciclo fecha provando o que mudou.
A migração entre faixas é o indicador de eficácia — e é exatamente o que a fiscalização pede que se demonstre.
Ao fim de cada ciclo, a equipe de SST recebe um dossiê fechado e anônimo. Não é relatório de impressões: é o conjunto documental que demonstra gestão contínua de fatores psicossociais.
Nova triagem a cada semestre. A migração entre faixas — amarelo que volta ao verde — é o indicador central de eficácia, exatamente o que a norma pede que se demonstre.



Consultoria em gestão com pessoas, com corpo técnico de psicólogas e duas décadas de trajetória em multinacionais. Conduz o diagnóstico organizacional, a triagem e a interface documental com o PGR.
Hipnoterapia clínica com certificação internacional OMNI. Conduz a sensibilização, os workshops vivenciais, a trilha de líderes e o ciclo de sessões individuais da faixa de maior exposição.
Mais de 2.500 sessões clínicas realizadas e três livros publicados sobre mente e transformação pessoal.
Quem só diagnostica entrega papel sem transformação. Quem só intervém entrega transformação sem prova. Juntas, as duas frentes entregam o ciclo completo de gestão de risco psicossocial.
Não. O Ministério do Trabalho foi explícito: pesquisa de clima não cumpre a norma. A NR-1 exige instrumento validado de fatores psicossociais, análise técnica, plano de ação documentado e evidência de que as medidas foram implementadas e monitoradas. Clima mede satisfação; a norma pede gestão de risco.
É a objeção mais comum, e o programa foi desenhado em torno dela. A comunicação interna apresenta a triagem como escuta, não como avaliação de desempenho. A empresa nunca vê resultado individual — só recortes agregados com no mínimo cinco respondentes. E a trilha individual chega como convite confidencial, nunca como convocação.
Não, em nenhuma hipótese. A classificação individual existe apenas dentro do programa, para direcionar convites e dimensionar turmas. Para a empresa existe somente a distribuição agregada. Essa fronteira é o que torna as respostas honestas — e o que dá validade jurídica ao programa.
Existe protocolo formal para isso. Casos que excedem o escopo do programa são acolhidos e encaminhados a uma rede de saúde parceira — psicologia, psiquiatria ou rede pública. Ninguém com necessidade clínica fica sem a porta certa.
O primeiro dossiê de evidência fecha ao fim do ciclo inicial. Mas o inventário de riscos e o plano de ação — as duas primeiras coisas que um auditor pede — ficam prontos logo após a triagem e já podem ser anexados ao PGR.
O investimento é dimensionado pelo número de colaboradores, de unidades e pela distribuição que a triagem revelar — não faria sentido cotar sem isso. A conversa de escopo existe exatamente para dimensionar, e não tem custo. O programa pode ser contratado por fases, começando pelo diagnóstico.
Sim. A B.Partner tem cinco escritórios e projetos em todo o país, e boa parte do programa roda em formato online sem perda de qualidade. Os encontros vivenciais e a palestra de abertura costumam ser presenciais, combinados no cronograma.

Um programa que cuida de gente de verdade — e que, no mesmo movimento, produz a evidência documentada que a sua empresa apresenta quando for cobrada.
Trinta minutos para entender o porte da sua empresa, o que já existe de PGR e o que falta para a conformidade. Sem custo e sem compromisso. Saímos da conversa com um caminho dimensionado — ou com a tranquilidade de que a sua empresa já está coberta.