B.Partner e Gìo Silva Hipnoterapia B.Partner e Gìo Silva Hipnoterapia
Fiscalização ativa desde 26 de maio de 2026

A saúde mental entrou no PGR — e o auditor vai pedir a prova.

Triagem validada, trilhas de cuidado proporcionais ao risco e o dossiê de evidência que a sua empresa apresenta quando for cobrada.

O que está em jogo

Ação avulsa não é conformidade. Gestão documentada é.


Encerrada a fase educativa da NR-1, a Inspeção do Trabalho está autorizada a autuar empresas cujo PGR não contemple os fatores psicossociais. Quando isso acontece, quatro coisas são procuradas — nessa ordem:

Não é a palestra do Setembro Amarelo. Não é a pesquisa de clima do ano passado. Uma empresa que apresenta só um questionário genérico, sem intervenção e sem trilha de execução, continua exposta — com o agravante de já ter reconhecido, no papel, que o risco existe.

R$ 1.610 a 6.708por trabalhador exposto, conforme o enquadramento da autuação
FAP elevadoafastamentos por transtornos mentais pesam na alíquota previdenciária
Passivo trabalhistaa norma define o padrão de diligência pelo qual a culpa é aferida em juízo
Custo silenciosoabsenteísmo, rotatividade e a perda de quem a empresa menos queria perder
A tese do programa

A norma mira o trabalho como fonte de risco — não o trabalhador como problema.


Por isso este programa não rotula pessoas nem emite diagnósticos. Ele mede níveis de exposição a fatores do trabalho — sobrecarga, metas, assédio, falta de autonomia, insegurança, relações — e responde com intensidade proporcional a cada nível.

Quem está pouco exposto recebe prevenção. Quem está em exposição intermediária recebe desenvolvimento. Quem está em alta exposição recebe cuidado individual e confidencial. A empresa enxerga o mapa agregado; nunca o indivíduo.

Como funciona

Uma triagem. Três níveis de exposição. Cuidado proporcional a cada um.


A triagem usa instrumento validado de fatores psicossociais do trabalho e classifica o quadro em três faixas. O resultado não é um laudo sobre ninguém: é um mapa de onde a empresa precisa agir primeiro.

Distribuição ilustrativa. A real aparece na triagem — e é ela que dimensiona o programa.

Trilha preventiva

Manter o verde no verde

Palestras cíclicas para todo o quadro, com tema rotativo e sempre uma prática guiada ao vivo: regulação, sono e recuperação, foco, conversas difíceis.

Trimestral · 60 a 90 min · todo o quadro
Trilha de desenvolvimento

Interromper a escalada

Série de workshops vivenciais: autorregulação e coerência cardíaca, padrões de resposta sob pressão, limites e comunicação, plano pessoal de sustentação.

4 encontros quinzenais · 2h · turmas de 8 a 15
Trilha de cuidado individual

Tirar a pessoa da zona de risco

Convite individual e confidencial — nunca convocação — para um ciclo de sessões com hipnoterapeuta clínico, em sigilo absoluto. Casos além do escopo seguem para rede parceira.

2 a 3 sessões · individual · sigiloso
Trilha transversal

Os líderes percorrem uma trilha própria

Cuidar do indivíduo e devolvê-lo ao mesmo ambiente que o adoeceu regenera o vermelho. Por isso gestores têm três encontros próprios — segurança psicológica na prática, carga e metas como redesenho do trabalho, e o papel do líder na NR-1. Os compromissos firmados aqui alimentam diretamente o plano de ação do PGR.

A faixa define o piso de cuidado, nunca o teto. Quem está no verde pode participar dos workshops se quiser. Ninguém sabe — nem deve saber — a faixa de ninguém.

O ciclo não termina — recomeça.

A norma exige gestão contínua, não um projeto com data de encerramento. Por isso o programa roda em ciclos semestrais, e cada ciclo fecha provando o que mudou.

Mês 1 TriagemComunicação interna, instrumento validado e classificação em três faixas.
Meses 1 a 5 Trilhas em paraleloPreventiva, desenvolvimento, cuidado individual — e a trilha de líderes correndo junto.
Mês 6 Dossiê de evidênciaInventário, plano de ação e registros fechados e anexados ao PGR.
Mês 7 Nova triagemComparativo entre ciclos: quantos saíram do vermelho e do amarelo.

A migração entre faixas é o indicador de eficácia — e é exatamente o que a fiscalização pede que se demonstre.

As garantias

O que torna o programa defensável — perante a norma, a LGPD e as pessoas.


Muralha de sigilo

A empresa recebe apenas dados agregados e anônimos, em recortes com no mínimo cinco respondentes. Resultado individual nunca é reportado, a ninguém.

Triagem não é diagnóstico

O instrumento avalia fatores do trabalho percebidos pelo colaborador. Não emite laudo clínico, não classifica saúde mental, não gera prontuário corporativo.

Individual é convite

A trilha de cuidado chega como recomendação pessoal e confidencial, de adesão voluntária. Ninguém é convocado a se cuidar.

Encaminhamento responsável

Situações que excedem o escopo seguem protocolo formal para a rede de saúde — psicologia, psiquiatria, rede pública — preservando o vínculo de cuidado.

LGPD desde o desenho

Consentimento informado específico, minimização de dados, prazo de retenção contratado e eliminação registrada. Dado de saúde é dado sensível.

Evidência em cada etapa

Toda ação gera registro auditável. É o que transforma cuidado em conformidade demonstrável quando a fiscalização chega.

O que a empresa recebe

  • A distribuição agregada do quadro nas três faixas
  • O mapa de fatores de risco por área, sempre com n≥5
  • A taxa de adesão a cada trilha
  • A evolução entre um ciclo e o seguinte
  • O plano de ação recomendado, com responsáveis e prazos

O que a empresa nunca recebe

  • O nome de quem respondeu o quê
  • A faixa de exposição de qualquer indivíduo
  • Qualquer conteúdo de qualquer sessão clínica
  • Quem aceitou e quem recusou o convite individual
  • Qualquer dado de saúde atribuível a uma pessoa

Essa fronteira não é formalidade: é ela que faz o colaborador responder com honestidade — e sem honestidade na resposta, o diagnóstico inteiro perde valor.

O caminho de uma resposta

Da pessoa que respondeu até o relatório que chega à gestão, nenhum dado atravessa identificado.

Respostas individuais

Cada colaborador responde em sigilo, com consentimento informado.

n ≥ 5 Agregação
O que a gestão recebe
Distribuição por área

Apenas o agregado. Nenhum recorte com menos de cinco pessoas é reportado.

O que o PGR recebe

A prova que o auditor procura, pronta para anexar.


Ao fim de cada ciclo, a equipe de SST recebe um dossiê fechado e anônimo. Não é relatório de impressões: é o conjunto documental que demonstra gestão contínua de fatores psicossociais.

Nova triagem a cada semestre. A migração entre faixas — amarelo que volta ao verde — é o indicador central de eficácia, exatamente o que a norma pede que se demonstre.

ANEXO 01Inventário agregado de riscos Fatores psicossociais por área, em recortes de no mínimo cinco respondentes.
ANEXO 02Plano de ação Medidas organizacionais com responsáveis nomeados e prazos definidos.
ANEXO 03Registros de execução Datas, cargas horárias e adesão por trilha — a prova de que as medidas saíram do papel.
ANEXO 04Comparativo entre ciclos A migração entre faixas, ciclo a ciclo: o indicador de eficácia.
ANEXO 05Dossiê semestral de conformidade O conjunto fechado, pronto para anexação ao PGR e para apresentação em fiscalização.
Quem conduz

Duas casas. Uma solução completa.


2019B.Partner em atuação
5escritórios no país
+2.500sessões clínicas
5,0 ★avaliação no Google
Gìo Silva
Gìo SilvaHipnoterapeuta clínico
Tatiana Cordeiro
Tatiana CordeiroPsicóloga · Diretora
Lívia da Silveira Formiga
Lívia FormigaPsicóloga · Fundadora

B.Partner

Consultoria em gestão com pessoas, com corpo técnico de psicólogas e duas décadas de trajetória em multinacionais. Conduz o diagnóstico organizacional, a triagem e a interface documental com o PGR.

Consórcio MagaluHavaianasO BoticárioNSC TV Costão do SantinhoSpoletoOdonto Company

Gìo Silva Hipnoterapia

Hipnoterapia clínica com certificação internacional OMNI. Conduz a sensibilização, os workshops vivenciais, a trilha de líderes e o ciclo de sessões individuais da faixa de maior exposição.

Mais de 2.500 sessões clínicas realizadas e três livros publicados sobre mente e transformação pessoal.

Quem só diagnostica entrega papel sem transformação. Quem só intervém entrega transformação sem prova. Juntas, as duas frentes entregam o ciclo completo de gestão de risco psicossocial.

Antes de conversar

As perguntas que todo RH faz


Já fizemos pesquisa de clima. Isso não resolve?

Não. O Ministério do Trabalho foi explícito: pesquisa de clima não cumpre a norma. A NR-1 exige instrumento validado de fatores psicossociais, análise técnica, plano de ação documentado e evidência de que as medidas foram implementadas e monitoradas. Clima mede satisfação; a norma pede gestão de risco.

Os colaboradores não vão achar que é avaliação ou dedo-duro?

É a objeção mais comum, e o programa foi desenhado em torno dela. A comunicação interna apresenta a triagem como escuta, não como avaliação de desempenho. A empresa nunca vê resultado individual — só recortes agregados com no mínimo cinco respondentes. E a trilha individual chega como convite confidencial, nunca como convocação.

A empresa fica sabendo quem está em cada faixa?

Não, em nenhuma hipótese. A classificação individual existe apenas dentro do programa, para direcionar convites e dimensionar turmas. Para a empresa existe somente a distribuição agregada. Essa fronteira é o que torna as respostas honestas — e o que dá validade jurídica ao programa.

E se alguém precisar de acompanhamento médico ou psicológico contínuo?

Existe protocolo formal para isso. Casos que excedem o escopo do programa são acolhidos e encaminhados a uma rede de saúde parceira — psicologia, psiquiatria ou rede pública. Ninguém com necessidade clínica fica sem a porta certa.

Quanto tempo leva até termos algo para mostrar numa fiscalização?

O primeiro dossiê de evidência fecha ao fim do ciclo inicial. Mas o inventário de riscos e o plano de ação — as duas primeiras coisas que um auditor pede — ficam prontos logo após a triagem e já podem ser anexados ao PGR.

Quanto custa?

O investimento é dimensionado pelo número de colaboradores, de unidades e pela distribuição que a triagem revelar — não faria sentido cotar sem isso. A conversa de escopo existe exatamente para dimensionar, e não tem custo. O programa pode ser contratado por fases, começando pelo diagnóstico.

Atendem fora de Santa Catarina?

Sim. A B.Partner tem cinco escritórios e projetos em todo o país, e boa parte do programa roda em formato online sem perda de qualidade. Os encontros vivenciais e a palestra de abertura costumam ser presenciais, combinados no cronograma.

O que entregamos, em uma frase

Humana por dentro,
auditável por fora.

Um programa que cuida de gente de verdade — e que, no mesmo movimento, produz a evidência documentada que a sua empresa apresenta quando for cobrada.

Próximo passo

Conversa de escopo


Trinta minutos para entender o porte da sua empresa, o que já existe de PGR e o que falta para a conformidade. Sem custo e sem compromisso. Saímos da conversa com um caminho dimensionado — ou com a tranquilidade de que a sua empresa já está coberta.

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